Este video foi me apresentado por um colega meu do ISPA. O tema que nele é abordado é pertinente e extremamente actual - a Comunicação Virtual.
Todos nós (ou uma maioria cada vez maior) utilizamos a Internet, os Telemóveis, e outras tecnoogias associadas às novas formas de Comunicação e de partilha de Informação. Uma parte de nós ainda não nos demos conta dos efeitos perversos que o abuso na utilização destas novas tecnologias de comunicação podem representar para a Humanidade. O Homem está em mutação...!? Genericamente falando sim.....mas será que as mutações são todas boas.....?
Neste video, temos exemplos de pessoas, que estão ficamente lado a lado, a centrimetros de distância, e que comunicam por SMS's. Há 20 anos atrás isto era quase impensavel e impossível para a grande maioria das pessoas, mas actualmente, entre as novas gerações, isto tornou-se uma forma banal e perfeitamente aceitável de conversar e de comunicar....! E isto assusta-me....! Ou seja, deste ponto de vista, se desligarmos os telemóveis, deixamos de ter voz, de ter capacidade de comunicar, de inter-agir entre nós! E isto, sim, deve se evitar!
Não devemos deixar de utilizar os meios humanos de comunicação, os olhos, a voz, a linguagem gestual e corporal, o papel, os sons naturais. Não nos devemos esquecer das nossas bases comunicacionais, dos nossos geneses da comunicação. Se isso acontecer, estamos cada vez mais tecnológimente dependentes.
http://www.ted.com/talks/lang/pt/sherry_turkle_alone_together.html
Monday, December 31, 2012
Sunday, September 30, 2012
Ultrapassar a crise - Opção IV: Comunicar melhor
Comunicar bem para vivermos bem connosco e com os outros é essencial! Quando comunicamos bem evitamos conflitos e más interpretações do que dizemos. Quando escolhemos os momentos certos, e dirigimos as palavras adequadas, às pessoas com quem verdadeiramente queremos comunicar, então tudo fica bem! Tenho uma frase que por vezes utilizo, quando quero caracterizar a comunicação assertiva: "Dizer as palavras certas, às pessoas certas e nos momentos certos!".....E este país precisa disso!
Portugal precisa de portugueses que saibam comunicar assertivamente, utilizar a lingagem e os canais de comunicação adequados para falarem. E para falarem sobre coisas verdadeiras e com fundamento, para falarem verdade, e com palavras concretas e com confiança nelas próprias. Este país de politicos que falem verdade, e que saibam quando e para quem devem falar a verdade. Eu sei que eles existem, mas por vezes preferem incendiar, em vez de falar, preferem provocar, em vez de comunicar, preferem colocar as palavras nas bocas das pessoas, em vez de as ouvir. E quando ouvirmos o que os outros dizem, podemos evitar desastres....como este cartoon demonstra.
Comunicar também é ouvir, ler os sinais, entender o que nos dizem, o que nos escrevem. Em qualquer empresa ou organização, a Comunicação assume-se cada vez mais como uma área estratégica, principalmente nas organizações de grande dimensão. Imaginemos Portugal como uma grande organização, e porque o é, deve ter um Administração (ou Direcção Executiva) que comunique bem! Um Governo pode comnicar de forma assertiva, desde o Primeiro-Ministro até aos Secretários de Estado, passando inclusivamente por todas as chefias intermédias que existem nas organizações públicas da Adminstração Central do Estado.
Temos assistido a algumas falhas de comunicação no actual Governo, mas que ainda podem ser resolvidas a tempo e horas. É uma questão de vontade politica, e de incremento da capacidade de coordenação da equipa governativa, e da aplicação de uma estratégia de comunicação intra e inter governamental.
Para que as politicas deste Governo (e de qualquer Governo) sejam bem entendidas, elas precisam de ser bem explicadas, inclusivamente para as pessoas que apoiaram ou ainda apoiam o actual Governo e o partido que o elegeu. Nem que para isso tenha que ser criada uma especie de task-forçe de Comunicação que viaje pelo país a promover sessões públicas de esclarecimento sobre todas as medidas ecónómicas, sociais e politicas que afectam as nossas vidas.
Essa task-forçe para além de ter fortes capacidades pedagógicas, de comunicação, e de entdendimento das matérias a apresentar e a discutir com a população, também devem saber ouvir e ouvir bem! Falar bem e ouvir bem é Comunicar Bem!
Sunday, September 23, 2012
Ultrapassar a crise - Opção III: Compre Português
O próprio titulo é explicativo desta opção, que do meu ponto de vista, deve ser considerada como uma das melhores opções para combater a crise económica que nos tem afectado nos últimos anos.Todos nós podemos contribuir para fazer valer esta opção!
Quanto mais produtos feitos e comercializados em Portugal consumirmos, mais podemos, cada um de nós, contribuir para o fortalecimento e rentabilidade das empresas portuguesas.
Apresenta-vos uma lista de marcas e produtos que devemos consumir, sempre que possível, em detrimento de produtos estrangeiros: Mobiliário fabricado em Passos de Ferreira; os vinhos regionais alentejanos; a roupa da Dielmar, Lanidor e D' Assenta; a Água do Luso; as loiças da Revigrés, Vista Alegre e Atlantis; os Queijos dos Açores, de Azeitão, da Serra da Estrela e de Niza; os sumos da Compal; os Azeites Gallo e Oliveira da Serra; a Cortiça Portuguesa; o café Delta; as cervejas Sagres e Superbook; a hospedagem e alojamento das Pousadas e Solares de Portugal; as conservas de atum Ramirez e de atum dos Açores; a fruta portuguesa, como as uvas de Palmela, a Perâ Rocha do Oeste; o Leite e Iogurtes Mimosa; o fiambre da Nobre; os vinhos generosos do Porto; a Música´, o Teatro, e o Cinema Português; e muito mais.
Consuma produtos portugueses porque vale a pena!
M
Tuesday, September 18, 2012
Ultrapassar a crise - Opção II: Tomar Decisões
Dizer Sim, dizer Não, dizer Talvez, faz parte de qualquer tomada de decisão. Quando dizemos sim, estamos a aceitar e a concordar com algo ou com alguêm, quando a nossa resposta é Não, estamos a rejeitar situações, opiniões, objectos e pessoas, quando dizemos Talvez, podemos estar a dar o benefício da dúvida ou a suscitar expectativas em nós próprios ou noutras pessoas.
Tomar Decisões, no seu sentido metódico, amplo e aplicado a qualquer área, gera comportamentos, e resultados. Muitas pessoas tomam decisões, sem terem a a noção dos efeitos das mesmas, nem da necessidade de as tomar.
Ao longo da nossa vida tomamos decisões (bem ou mal tomadas) sobre momentos importantes, como a escolha de uma licenciatura, como a escolha de uma carreira profissional, como a decisão de casar, como a escolha de comprar uma casa, a decisão de ter filhos, etc. Todas estas decisões são marcantes nas nossas vidas, e afectam-nos, para o bem e para o mal.
Existem instrumentos e processos de Tomada de Decisão que ajudam a tomar uma boa decisão, e a minimizar os eventuais efeitos nocivos que poderam existir nessas decisões. Podemos encontrar esses instrumentos na Ciência da Gestão, na Matemática, na Estratégia, na Psicologia, etc. No entanto, também podemos ser apenas sensatos e humildes, utilizar a nossa inteligencia, pedir a opinião, e escolher a melhor opção. Nem todas as decisões precisam de uma analise cuidada dos seus prós e contras, das suas causas e dos seus efeitos. Mas as decisões que transformam a nossas vidas precisam de uma reflexão mais cuidada, de orientações, de apoios, de recursos, de fundamentações, de crenças, e de previsões. Na altura conjuntura económica, é vital saber Tomar Decisões estruturantes e transformadouras das nossas vidas. Todos nós, quando tomamos grandes decisões devemos saber bem o que queremos, porque é que estamos a tomar determinada decisão, saber prever resultados, e ter....ter sempre um Plano B!
Hoje em dia temos muitas fontes e meios de informação e comunicação, temos acesso a mais e melhor educação do que à 40 e 50 anos atrás, temos mais consciencia social colectiva, mais possibilidade de participar civica e activamente na nossa vida social e politica.
Quanto mais pessoas souberem Tomar Decisões, mais depressa saímos da actual crise que está a afectar Portugal!
Monday, September 17, 2012
Ultrapassar a crise - Opção I: Poupar
Antes de referir qual é a Opção I para ultrapassar a Crise, temos que dar importancia ao nosso comportamento individual e colectivo, e termos sobretudo atitudes positivas e motivadores e dentro de nós e entre nós.
Ao longo destes últimos dias, vários economistas, professores universitários, sociologos, politicos, etc.., tem lançado ideias e sugestões para ultrapassarmos esta crise económica e social. Existe uma ideia, estrutura na sua essencial e actuação, que é a necessidade de Poupança da parte da população portuguesa.
Recentemente a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) públicou estudo sobre a cultura de poupança em Portugal, elaborado pelo Núcleo de Politicas Económicas da Universidade do Minho. Numa entrevista à revista HR Portugal, o presidente da APS aponta sete medidas sugeridas pelo estudo:
- Apostar nos Certificados de Aforro;
- Promover a educação e a literacia financeira;
- Financiamento das Pensões de Reforma;
- Criar um subsídio e um Plano de Poupança Emprego;
- Desenvolver Planos de Poupança Emigrante;
- Promoção de um inquérito à poupança;
- Incentivar Planos de Poupança Automáticos.
É importante que se incentive à Poupança, e o Estado deve continuar (e voltar) a dar incentivos fiscais a quem poupa. As Escolas, os Professores do Ensino Básico, e os País, devem incentivar as crianças a dar valor ao dinheiro, e a criarem neles hábitos de Poupança. Também é importante que as crianças tenham uma percepção básica dos sistemas económico, financeiro e fiscal. É importante saberem o que é um Banco, o que é um Imposto (e porque o pagamos), o que é um Orçamento, etc.
Sunday, September 16, 2012
A 15 de Setembro de 2012 em Portugal
Esta imagem representa parte da nossa identidade, o Mar. O mesmo Mar que banha as nossas costas, que nos deu História, que nos deu e dá Riqueza, que nos deu e dá Sonhos. Mas não queria falar sobre o Mar...o nosso Mar. queria falar sobre o nosso País, o nosso País a 15 de Setembro de 2012.
Este foi uma dia de emoções, de discursos, de vontades indíviduais, que tentam ser colectivas, de manifestações com e sem fundamento lógico, mas legitimas e democráticas. Foram mais de 600 mil manifestantes nas ruas do nosso país, desde Braga até Faro, com extenções nos Açores, Madeira, e em Comunidades espalhadas pela Europa. Podia ter colocado uma foto dessas manifestações, mas prefiro o Mar, a Terra e a Razão. Existem milhares de fotos dessas manifestações na Internet, em Blogues, nas Redes Sociais, como Facebook.
As pessoas, o povo nas suas várias camadas sociais, está cansado de várias coisas, de várias políticas, de vicios e falhas nos sistemas político, social e económico português. Não lhes nego a razão em muita coisa, desde que seja mesmo dito e penso com a Razão! Não só neste dia 15, mas nos últimos meses, várias pessoas, umas mais anónimas, ou mais mediáticas, outras mais esclarecidas e informadas, outras mais emotivas e menos esclarecidas, tem comentado a Crise, as suas causas e os seus efeitos. E dessas pessoas, algumas tem lançado ideias concretas, e váveis para ultrapassar a Crise.
Já não interessa tanto, para mim e para muita gente, apontar culpas e culpados para os responsáveis pela Crise. Temos sim que trabalhar para ultrapassar este período de Crise, aprender com os erros, corrigir o que está mal, e melhorar o que pode ser melhorado. E não se ultrapassa uma crise económica, com derrubes constantes de governos, e com instabilidade politica, institucional e social, como na Grécia. Se compararmos a Crise, com uma doença, então temos que ter a cura para essa doença, o tratamento (ou tratamentos) necessário. Um doente para se tratar de uma doença com cura, (e esta Crise tem cura!) precisa de seguir um tratamento, e de o seguir com disciplina, com rigor, com os medicamentos adequados. Ao longo destes 38 anos, vários tem sido os erros, de governos do PS e do PSD, e de Governos de Coligação, que tem errado. E gostava de lembrar um ditado popular: "Só não erra, quem não trabalha!". Mas o problema é a falta de responsabilização cívica e politica, de politicos que tem falhado e afectado de facto, e em concreto, a generalidade do povo português. Mas cuidado com os efeitos de uma "Caça às Bruxas....".
Eu apoio uma politica reformista e que faça a economia portuguesa voltar a ter indicadores positivos, como no caso do Produto Interno Bruto, e da Balança de Pagamentos, com o índice das Exportações a ultrapassar o das Importações. Eu apoio medidas que transformem o sistema politico e democrático português, eleminando cargos excedentários, em Assembleias de Freguesias e Municipais, em Juntas de Freguesias e Camaras Municipais, no número de Deputados na Assembleia da República. Eu apoio medidas que sejam fiscalmente eficazes, justas e equitativas. Eu apoio as auditorias às Fundações, Empresas Públicas, Empresas Municipais, e às Parcerias Público-Privadas, que corrigam, nestas entidades, aquilo que estiver mal, e se necessário for, que as extigam. Eu concordo com uma politica económica que dinamize mais as empresas privadas, nomeadamente as Pequenas e Médias Empresas, nomeadamente reformolando a polica fiscal para as PME's (por exemplo: baixando o IVA de 23 % para 13% das empresas do Canal HORECA - Hotelaria, Restauração e Cafetaria).
Não estive presente na Manifestação de 15 de Setembro, não porque esteja contra estas manifestações, mas porque responder como sempre respondi, com a minha vontade de trabalhar, de estudar, de contribuir, de forma isolada ou colectivamente para o Bem-Estar e Desenvolvimento do nosso país! Já estive presente a 12 de Março de 2011 numa outra grande manisfestação em Lisboa, que juntou mais de 100 mil pessoas. À semelhança desta última grande manisfestção, foi também criada através de uma rede social, do Facebook, e admito a minha os meus sentimentos de vontade, curiosidade, a minha posição de discordância com o Estado do país na altura. E as coisas ainda não estão bem.....mas com mais instabilidade, com pseudo-revoltas e pseudo-revoluções, com partidos e polticos extermistas a aproveitarem-se desta ou de outras Manifestações cívicas, as coisas não se resolvem....!
Acredito que muita gente que esteve nesta Manifestação não quer, nem deseja, o derrube do Governo. Querem ter os seus problemas resolvidos, querem ter emprego, querem voltar a ter isenções na Saúde e compartições nos medicamentos que tomam, querem poder pagar os livros escolares dos filhos, querem ter os seus negócios e empresas a ter resultados positivos, querem poder fazer face às suas necessidades básicas. Mas quando caímos no chão, levantam-nos do chão! Cada uma de nós, tem que contribuir, na medida do que pode (e sem prejudicar as suas vidas e as anular as suas necessidades básicas), para ultrapassar-mos esta crise!
Sunday, April 22, 2012
Dia Mundial da Terra
Celebrar também é parar para pensar, nem que seja sentado num banco de jardim, ou em casa num sofá. Mas para celebrar algo, que mesmo que seja politicamente instituido, não devemos de deixar de celebrar. E neste caso, devemos celebrar o nosso Conjunto, a nossa Existência, o nosso Espaço, a nossa Terra.
Hoje disseram-me que se celebrar o Dia Internacional do Planeta Terra, pois bem....que seja! Mas é bom que não o seja só hoje, porque hoje também pode ser um dia banal, um dia comum, e para celebrar-mos a Terra devemos todos os dias observar-la, senti-la, saber que somos o que a Terra é, somos Água, somos Vento, somos Luz, somos Terra.
Wednesday, August 17, 2011
Culpar o Sistema....
É fácil culpar o Sistema, quando não se deseja, nem se tem a coragem de individualmente, assumir a culpa. Oiço este argumento em vários sectores da sociedade portuguesa e, em várias dimensões sociais e etárias.
Culpa-se o sistema político, quando falham medidas governativas; culpa-se o sistema educativo quando a avaliação dos professores não é feita ou é mal feita, ou quando alguns alunos abandona o sistema escolar antes de finalizarem o 12º ano; culpa-se o sistema desportivo (ou futebolístico) quando um dos grandes clubes perde um jogo contra um clube de pequena ou média dimensão; ou culpa o sistema partidário quando existe uma predominância de dois partidos no espectro político em Portugal. Mas será que a culpa passou a ser sistémica, e deixou de ser também individual...?
Muitos dos que, genericamente, se queixam constantemente do Sistema, são, normalmente, os primeiros a usufruir dos seus proveitos e vícios, se lhes for dada essa oportunidade. São as primeiras pessoas a a deixar de lado as criticas ao Sistema, porque o mesmo já as favorece individualmente, mesmo que muitas outras pessoas ainda sejam prejudicadas pelo Sistema.
Acredito nos sistemas, enquanto modelos teóricos e estruturas orgânicas representativas da sociedade, da Politica, da Economia e da Cultura. Mas acredito no Individuo, na sua essência individual, na sua capacidade de observar, de estudar, analisar, criticar e decidir, em consciência e, com consciência.
Muitas pessoas que criticam o Sistema, esqueceram a sua individualidade, a sua participação e responsabilidade individual na sociedade a que pertencem e, esperam que o Sistema lhes resolva os problemas. E mais grave ainda, esperam passivamente e, não utilizando os recursos que estão ao seu dispor para lhes resolver os seus problemas.
As pessoas tem que ter consciência de que, individualmente, são responsáveis pela estrutura e funcionamento do Sistema, e deixarem de fazer criticas infundadas e inconscientes sobre as culpas do Sistema.
Tuesday, June 21, 2011
A Primeira
Thursday, May 19, 2011
Sexo e Politica

Já são vários os casos que ficam para a história das curiosidades...! A comunicação social já explorou demasiado assuntos como o que aconteceu com o Ex-Director do FMI.
Mas é curioso....porque estóricamente "quando se quer tramar" um politico o sexo é uma das melhores formas. E não é que resulta...?!
No caso ainda não esclarecido de Strauss-Khan, as especulações, comentários e possíveis enrredos não vão terminar tão cedo. Este caso teve a proeza de mover o jogo de poder politico internacional, e alguns lugares já de movimentam. Será isto até vai mexer com o Concelho de Segurança da ONU....? Já estou por tudo....!
Monday, May 2, 2011
Osama Bin Laden - 10 de Março de 1957 / 01 de Maio de 2011

Demoraram quase 10 anos, mas conseguiram eliminar um dos seus maiores inimigos. E a criação de Bin Laden, sairá enfraquecida depois da sua morte. É espectável que sim, mas existem dúvidas, que colocam os EUA e os seus países aliados em alerta durante as próximas semanas.
Será desta que a extrema direita norte-americana irá acalmar os seus espiritos? Directa ou indirectamente, penso que Obama calou algumas vozes dissonantes nos EUA, pelo menos durante algum tempo.
Tuesday, April 12, 2011
Cravos nas Escadarias da Democracia
Sou um dos promotores do evento "Cravos nas Escadarias das Democracias", em conjunto com a minha companheira Susana Carinhas, que muito gostaríamos que tivesse a vossa participação. O evento "Cravos nas Escadarias da Democracia" tem como objectivo, substituir a decisão tomada pela Assembleia da República em não comemorar o 25 de Abril, pelo simples facto de a mesma se encontrar dissolvida.
Apesar de consideramos que a Democracia deve ser praticada e festejada todos os dias, não concordamos com o a não celebração do dia 25 de Abril na principal casa representativa da Democracia Portuguesa. Foram várias as vozes que se levantaram contra esta decisão e a lamentaram, como o caso do Professor Diogo Freitas do Amaral, e de outras figuras públicas.
Este evento foi criado originalmente, na rede social Facebook, e teve a sua génese no "Grupo de Apoio às Celebrações do 25 de Abril na Assembleia da República". Este grupo é aberto a qualquer pessoa que faça parte do Facebook, e o evento também está aberto a qualquer pessoa. O evento tem a designação de "Cravos nas Escadarias da Democracia".
Compreendemos que, eventualmente, seja difícil, para quem não vive em Lisboa ou não se encontra lá no próximo dia 25, se deslocar às escadarias exteriores da Assembleia da República, e coloque num dos seus degraus um cravo vermelho. Basta um cravo por cada pessoa, independentemente da idade, credo religioso, crença ideiológica, raça, condição socio-económica, e ligação partidária. Trata-se de um evento destinados a todos os Democratas que amam o seu País, e que respeitam os valores da Democracia!
Tudo isto será feito dentro da legalidade, tendo já sido solicitado a devida autorização ao Governo Civil de Lisboa.
Peço o vosso apoio para que divulguem junto dos vossos contactos este evento, e que contribuam, colocando, cada pessoa que participe, um cravo vermelho num dos degraus da escadaria exterior da Assembleia da República.
Eu e a minha companheira iremos colocar, durante a tarde do dia 25 de Abril dois cravos vermelhos nessas escadarias.
Mais uma vez esclareço que se trata de um evento pacifico, silencioso, e se me permitem a expressão, com algum romantismo. Mas é sobretudo um evento de cidadania democrática!
Vida a Democracia! Viva Portugal!
Miguel Miranda
Apesar de consideramos que a Democracia deve ser praticada e festejada todos os dias, não concordamos com o a não celebração do dia 25 de Abril na principal casa representativa da Democracia Portuguesa. Foram várias as vozes que se levantaram contra esta decisão e a lamentaram, como o caso do Professor Diogo Freitas do Amaral, e de outras figuras públicas.
Este evento foi criado originalmente, na rede social Facebook, e teve a sua génese no "Grupo de Apoio às Celebrações do 25 de Abril na Assembleia da República". Este grupo é aberto a qualquer pessoa que faça parte do Facebook, e o evento também está aberto a qualquer pessoa. O evento tem a designação de "Cravos nas Escadarias da Democracia".
Compreendemos que, eventualmente, seja difícil, para quem não vive em Lisboa ou não se encontra lá no próximo dia 25, se deslocar às escadarias exteriores da Assembleia da República, e coloque num dos seus degraus um cravo vermelho. Basta um cravo por cada pessoa, independentemente da idade, credo religioso, crença ideiológica, raça, condição socio-económica, e ligação partidária. Trata-se de um evento destinados a todos os Democratas que amam o seu País, e que respeitam os valores da Democracia!
Tudo isto será feito dentro da legalidade, tendo já sido solicitado a devida autorização ao Governo Civil de Lisboa.
Peço o vosso apoio para que divulguem junto dos vossos contactos este evento, e que contribuam, colocando, cada pessoa que participe, um cravo vermelho num dos degraus da escadaria exterior da Assembleia da República.
Eu e a minha companheira iremos colocar, durante a tarde do dia 25 de Abril dois cravos vermelhos nessas escadarias.
Mais uma vez esclareço que se trata de um evento pacifico, silencioso, e se me permitem a expressão, com algum romantismo. Mas é sobretudo um evento de cidadania democrática!
Vida a Democracia! Viva Portugal!
Miguel Miranda
Saturday, April 9, 2011
Cravos nas escadarias

Não se compreende....não compreendo....! Entre as vozes públicas e privadas, são milhares as que manifestam a sua incompreensão. A Assembleia da República de Portugal não irá comemorar o 25 de Abril este ano. Justificação: o funcionamento da Assembleia encontra-se suspenso...! Mas será que a Nossa Democracia está suspensa..? Apesar de tudo e de muitos de nós...não me parece!
E que tal manifestarmos a nossa discordância...? E porque não colocarmos cravos vermelhos nas escadarias da Assembleia da República no dia 25 de Abril...?
Tuesday, October 5, 2010
100 anos de República

Se a República ajudou o meu país a evoluir, então eu festejo. Se a República, contribuir para que as gerações futuras do meu país acreditem no futuro do mesmo, então eu festejo. Se a República, sustentar a democracia, a participação e a responsabilidade civica e social nos tempos futuros (presentes também), então eu festejo. Se a República ajudar a combater a corrupção e o despesismo público, então eu festejo. Se a República, ajudar a tornar a sociedade civil portuguesa mais activa e interventiva, em detrimento do espaço partidário, então eu festejo. Se a República não virar costas ao meu país, então eu festejo!
Sunday, August 1, 2010
Dito Divino XI
"Mulheres sensatas e responsáveis, não desejam votar" - Grover Cleveland, 1905. Presidente dos Estados Unidos da América 1885-87, 1893-1897
Dito Divino X
"Não existe razão alguma para alguêm querer ter um computador em casa" - Ken Olson, Presidente da Digital Equipment, 1977
Monday, June 21, 2010
Da morte de alguns...
Nós portugueses, temos caracteristicas únicas, e perdoem-me, se em relação àqueles que vos vou falar, estarei enganado....mas pelo que vi, ouvi e li, talvez as minhas dúvidas sejam minimas.
Perante a morte, sim o fím físico de alguém, seja ou não alguém que tenha marcado os dias de um país, de uma cultura, ou de uma sociedade, os vivos agem personalisticamente, com ou sem drama, com ou sem crença no sucedido, negando ou aceitando. Neste texto que escrevo não vale a pena personalizar, falar especificamente da morte de A de B. No entanto, vou-me remeter à relação do povo português com a morte de figuras públicas com grande impacto nacional, e alguns a nível internacional.
O Português, no se colectivo, tem manifestações tipicamente latinas e judaico-cristãs, perante o desaparecimento físico de uma personalidade nacional que se tenha destacado em vida, e cujo o legado irá perdurar após a sua morte. Perdoa-me Povo, mas acho que choras demais por vezes...! Choras, por vezes, mais como manifestação biológica, do que como manifestação emocional, que será porventura, mais fiel e sincera. Tens, por vezes, um estado de alma teatral, no entanto sem malicia. Mesmo que não tenhas conhcido o morto, não tenhas ouvido uma música dele, lido um livrop seu, trocado palavras ou até olhares com ele ou ela.......assumes a dôr e o pranto, que, na sua essencia, deveria ser de uns poucos, porque os mortos em vida amam apenas alguns, alguns seres, que o fizeram, que tornam o seu trabalho em marcos históricos, culturais ou políticos, e que com ele viveram a sua vida íntima.
Lembras-te de Amália, de José Afonso, de Sá Carneiro, de Raul Solnado, de Joaquim Agostinho.....e o mais recente....José Saramago?
Aos olhos de um antropologo, o desaparecimento de uma figura das que citei, pode fortalecer a sua imagem, a sua herança cultural, porque fica o mito, fica a memória na colectividade de uma nação. Aos olhos de um psicologo, é possível ocorrerem reacções em cadeia, reacções emocionais e de choro colectivo, e dirá que "comportamento gera comportamento", ou seja, a atrás da lágrima de um homem, vem a lágrima de outro homem. E diante dos nossos olhos, ficam os registos de quem viu, leu e ouviu.
Perante a morte, sim o fím físico de alguém, seja ou não alguém que tenha marcado os dias de um país, de uma cultura, ou de uma sociedade, os vivos agem personalisticamente, com ou sem drama, com ou sem crença no sucedido, negando ou aceitando. Neste texto que escrevo não vale a pena personalizar, falar especificamente da morte de A de B. No entanto, vou-me remeter à relação do povo português com a morte de figuras públicas com grande impacto nacional, e alguns a nível internacional.
O Português, no se colectivo, tem manifestações tipicamente latinas e judaico-cristãs, perante o desaparecimento físico de uma personalidade nacional que se tenha destacado em vida, e cujo o legado irá perdurar após a sua morte. Perdoa-me Povo, mas acho que choras demais por vezes...! Choras, por vezes, mais como manifestação biológica, do que como manifestação emocional, que será porventura, mais fiel e sincera. Tens, por vezes, um estado de alma teatral, no entanto sem malicia. Mesmo que não tenhas conhcido o morto, não tenhas ouvido uma música dele, lido um livrop seu, trocado palavras ou até olhares com ele ou ela.......assumes a dôr e o pranto, que, na sua essencia, deveria ser de uns poucos, porque os mortos em vida amam apenas alguns, alguns seres, que o fizeram, que tornam o seu trabalho em marcos históricos, culturais ou políticos, e que com ele viveram a sua vida íntima.
Lembras-te de Amália, de José Afonso, de Sá Carneiro, de Raul Solnado, de Joaquim Agostinho.....e o mais recente....José Saramago?
Aos olhos de um antropologo, o desaparecimento de uma figura das que citei, pode fortalecer a sua imagem, a sua herança cultural, porque fica o mito, fica a memória na colectividade de uma nação. Aos olhos de um psicologo, é possível ocorrerem reacções em cadeia, reacções emocionais e de choro colectivo, e dirá que "comportamento gera comportamento", ou seja, a atrás da lágrima de um homem, vem a lágrima de outro homem. E diante dos nossos olhos, ficam os registos de quem viu, leu e ouviu.
Sunday, June 20, 2010
Tuesday, June 15, 2010
Relembrar para inspirar
Hoje começa a ser sério para a selecção portuguesa de futebol. A fé e a esperança inspira-nos, e a força e a sabedoria faz-nos alcançar o sucesso! Ganha Portugal!
Este video relembra-me um dos momentos que viví ao vivo, no estádio da Luz em 1991. Foram momentos que nunca me vou esqueçer, mesmo não sendo um grande adepto do Futebol.
Este video relembra-me um dos momentos que viví ao vivo, no estádio da Luz em 1991. Foram momentos que nunca me vou esqueçer, mesmo não sendo um grande adepto do Futebol.
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